Saudações queridos leitores, no primeiro bate-papo do ano iremos falar sobre desktop environment, se você ficou curioso para saber o que é isso, fique comigo até o final.
Nos dias de hoje o computador é uma ferramenta a qual está presente o tempo todo em nossas vidas, por ele assistimos filmes, ouvimos músicas, etc.
Mas afinal o que é o desktop environment?
Saiba que isso está presente constantemente em nossos computadores, como exemplo disso temos o Gnome, Xfce, Mate, Lxqt, Lxde, Kde , entre tantos outros.
Mas espera aí… essas são as interfaces gráficas, certo?
Sim, são as interfaces gráficas do mundo Linux, mas elas não são apenas isso, haja visto que você tem ao seu dispor uma gama de aplicações as quais viabilizam o uso do computador, como: Gerenciador de arquivos, Gestor de login, Gerenciador de atualizações, Central de programas ou gerenciador de aplicativos entre outras ferramentas.
Resumindo…
Pense na interface gráfica como a pintura do carro, visto que o carro não é feito apenas pela pintura, existem outras coisas as quais tornam o carro utilizável como a parte mecânica, elétrica, estofamento, etc.
Com o sistema operacional a coisa não é diferente, pois ele não é composto apenas pela interface gráfica, mesmo porque ele não precisa de uma interface gráfica para ser funcional, dado o fato dela ter o objetivo de facilitar as coisas para os usuários, desobrigando assim o uso do terminal de comandos, que por sinal é muito temido pelos novatos no mundo Linux.
Enfim, chegamos ao final de mais um bate-papo, caso você tenha visto algo errado ou incompleto, faça o seu comentário, pois isso nos ajuda a melhorar a qualidade do nosso conteúdo, beneficiando assim todos os usuários do pinguim.
Olá meus queridos usuários do pinguim, no bate-papo de hoje iremos falar sobre o verbose no mundo Linux, se você ficou curioso para saber mais sobre isso, fique comigo até o final.
Se você usa qualquer distribuição baseado no kernel Linux (confira o nosso bate-papo sobre o que é kernel), o termo “verbose” já é algo recorrente, mas afinal, o que isso significa?
Toda vez que você liga e desliga o seu computador ele passa por vários etapas até entrar no seu sistema operacional, ou até mesmo na tela de login, para que assim você possa colocar a sua senha.
Mesmo que você tenha uma certa agilidade na realização dessas etapas, elas sempre serão realizadas, CASO CONTRÁRIO O SEU SISTEMA OPERACIONAL NÃO IRÁ FUNCIONAR CORRETAMENTE, podendo inclusive nem ao menos iniciar, resultando em uma bela dor de cabeça caso você não tenha uma cópia de segurança dos seus arquivos.
Otimo! Qual relação disso com o verbose?
Considerando que o sistema operacional precisa realizar algumas etapas antes de iniciar e finalizar (momentos antes do computador ser desligado), o verbose exibe detalhadamente essas etapas na forma de um texto escrito verbalmente, basta apertar a tecla ESC antes de entrar na tela de login ou antes que o computador seja desligado, normalmente o texto vem escrito em inglês.
Resumindo…
Verbose é a exibição escrita das etapas que estão sendo realizadas no computador, antes dele ser ligado (até entrar na tela de login) e desligado, visto que isso não poderá ser feito sem que tais etapas sejam realizadas.
Enfim, chegamos ao final de mais um bate-papo, caso você tenha visto algo de errado deixe o seu comentário, pois só assim iremos conseguir construir um conteúdo de qualidade para todos os usuários do nosso querido pinguim.
Saudações,
queridos leitores! No bate-papo de hoje iremos falar sobre a razão
do Linux não precisar ser desfragmentado assim como o sistema
operacional da Microsoft, se isso colocou aquela “minhoquinha” na
sua cabeça, fique comigo até o final.
Em primeiro lugar,
precisamos entender a maneira que os dois sistemas organizam os seus
arquivos, as distribuições Linux organizam os seus de uma forma um
pouco mais inteligente, pois ela se prepara para futuras atualizações
(armazenamento de novos arquivos), por meio disso um espaço é
reservado para essa alteração.
Já no Windows, a coisa é um pouco diferente, dado o fato de não ter nenhum espaço reservado para atualizações dos arquivos, apenas o espaço suficiente para aquele determinado arquivo e nada mais.
Ok, mas como isso funciona na prática?
Vamos pensar na organização de arquivos como o espaço o qual o você guarda alimentos na sua casa (tudo fica melhor e mais fácil quando se trata de comida rsrsrs).
Pense no Windows
como aquele cara que tem uma alimentação regrada, que quando vai ao
supermercado não compra nenhuma bobagem, no armário dele tem espaço
apenas aquilo que ele está comprando, caso ele compre algo que
esteja fora do planejado ele precisará colocar as suas guloseimas em
outro lugar, pois o seu armário não terá espaço.
No caso do pinguim…
ele é o cara guloso, ele vai ao supermercado, compra chocolate e
todas as “gordices” que se pode imaginar, deixando ainda um
“espacinho” reservado no armário para uma “coisinha extra”.
Vale ressaltar que o processo de desfragmentação é como a organização dos alimentos, visto que o sistema irá colocá-lo em um único lugar, para que assim o acesso seja rápido e fácil, problema que por sinal o nosso querido pinguim não tem, pois o sistema já se prepara para as alterações que você certamente fará – sendo isso por meio do armazenamento de novos arquivos.
Enfim senhores,
chegamos ao final de mais um bate-papo, caso você tenha visto algo
errado faça o seu comentário, isso nos ajuda a melhorar a qualidade
dos nosso conteúdo, beneficiando assim todos os usuário do pinguim.
Olá amantes do pinguim, no bate-papo de hoje iremos falar sobre repositório, caso você tenha ficado curioso para saber mais sobre isso, me acompanhe até o final. Para um maior entendimento, recomendamos que você leia o nosso bate-papo sobre gerenciador de pacotes. Vamos ao que interessa. Repositório é o lugar em que os programas disponíveis para a sua distribuição ficam armazenados, para ser mais exato, trata-se de um computador o qual armazena os softwares para que você possa fazer o download e assim instalar no seu computador. Certo… se isso “bugou” a sua cabeça, vamos entender melhor. Imagine um mecânico o qual você leva o seu carro para que ele o conserte, ele precisará de ferramentas para realizar o trabalho. As ferramentas de trabalhos irão precisar ser armazenadas em uma caixa ou algo do tipo, de preferência uma solução a qual viabilize o acesso. Então quer dizer que a caixa de ferramenta é como se fosse o repositório? Exatamente! A caixa de ferramenta é o repositório que o mecânico irá usar, que no mundo Linux armazena programas ao invés de ferramentas para reparos de automóveis. Enfim, chegamos ao final de mais um bate-papo, caso você tenha visto algo errado ou incompleto, deixe o seu comentário, pois assim iremos melhorar o nosso conteúdo para a comunidade de usuários do pinguim.
Saudações camaradas do pinguim, no bate-papo de hoje iremos falar
sobre kernel de baixa latência, caso isso tenha bugado a sua cabeça,
venha comigo e fique até o final.
RECOMENDAMOS QUE
LEIA O NOSSO BATE-PAPO SOBRE PREEMPÇÃO, POIS ELE É FUNDAMENTAL
PARA QUE VOCÊ ENTENDA OS CONCEITOS CITADOS AQUI.
Aviso dado… bora para o que nos interessa!
O kernel é a base de qualquer sistema operacional, seja ele para
qualquer plataforma.
Para entrarmos de vez no assunto, vamos entender o que é latência.
Latência é o tempo de resposta a um comando o qual foi dado, logo
quanto menor for esse tempo, mais rápido será a resposta.
E é aí que entra o kernel baixa latência, visto que a sua função
é dar a ordem para o sistema operacional abrir o programa o qual
você clicou, com o tempo de resposta de 1 milissegundo.
Então quer dzer
que eu vou ter um computador mais rápido, pois ele irá abrir o
programa em apenas 1 milissegundo, certo?
Pois é… as coisas não funcionam bem assim.
A função do kernel é apenas dar a ordem para o sistema operacional abrir programa dentro do tempo de 1milissegundo, o que não significa que o programa abrirá em 1ms, pois isso irá depender do seu computador como um todo.
Certo… vamos a um exemplo prático.
Imagine você naquele sabadão, doido de fome, sem vontade de fazer
comida, pois você é um completo desastre na cozinha (assim como eu
rsrsrsrs), dentro dessa situação catastrófica, decide pedir um
lanche ou algo mais comestível que a comida feita por você.
Você pega o telefone e liga para o estabelecimento, em um tempo
total de cinco de minutos.
O que não significa que o seu lanche irá chegar cinco minutos,
certo?
Pois o entregador precisará se deslocar até a sua casa, para assim
entregar a sua comida.
Observe que você levou cinco minutos apenas para realizar o
pedido, o tempo de entrega irá depender diretamente do
entregador.
Vale lembrar que o kernel de baixa latência trabalha com os
conceitos de preempção, pois existem tarefas as quais possuem
prioridade na sua execução, ou seja, será dada por primeiro a
ordem de execução de um determinando programa ao sistema
operacional, oque não significa que o programa sem a prioridade não
será executado, ele apenas será executado em um outro momento, pois
a ordem para a sua execução também será dada em outro momento.
Caso você tenha visto algo incompleto ou errado, faça o seu
comentário!
Pois ele nos ajuda a melhorar a qualidade do nosso conteúdo,
beneficiando assim todos os usuários do pinguim.
Olá camaradas do
pinguim, no bate-papo de hoje iremos falar sobre preempção, fiquem
tranquilos que iremos falar sobre isso de forma clara e totalmente
descomplicada.
No mundo do nosso
querido pinguim existem diversos recursos e possibilidades para o uso
dos sistemas operacionais baseados no kernel Linux, com isso as
dúvidas começam a surgir.
Mas afinal, o que é
preempção?
Vamos lá, um
computador pode executar diversas tarefas ao mesmo tempo, desde
aquelas que estamos vendo, até aquelas as quais sequer notamos, em
meio a tudo isso é preciso estabelecer algumas prioridades daquilo
que de fato deve ser executado – o que não significa que tarefas
não prioritárias não serão realizadas, elas serão executadas
posteriormente, elas apenas ficarão em segundo plano.
Ok, entendi! Mas
como é definida uma tarefa prioritária?
Uma tarefa
prioritária é definida por ela estar em primeiro plano.
Vamos imaginar a
seguinte situação: você está trabalhando no seu computador,
sendo mais específico na edição de um video, enquanto você deixa
o editor de vídeo finalizando aquilo que você produziu, para ter
uma segurança maior com os seus trabalhos já realizados você
decide fazer uma cópia de segurança para um hd externo, inclusive
essa segunda tarefa você deixa minimizada lá no seu sistema
operacional.
Assim sendo a tarefa
prioritária será a edição do seu vídeo, pois ela está em
primeiro plano, haja visto que terá mais desempenho do seu
computador na sua realização, o que não significa que a sua cópia
de segurança não será realizada, apenas irá demorar um pouco mais
para ser concluída, visto que existe uma tarefa prioritária a ser
executada.
Lembrando que o
kernel preemptivo NÃO É INDICADO PARA COMPUTADOR COM
PROCESSADOR FRACO, sendo
eles de apenas um núcleo, o famigerado “single core”.
O núcleo é como se fosse a quantidade de processadores que o
computador tem, se um processador possui quatro núcleos, é como se
ele tivesse quatro processadores naquele computador.
Voltando ao assunto… a razão de um kernel preemptivo não ser indicado para processadores fracos é o fato dele exigir mais do processador, o que poderá ocasionar problemas de desempenho devido à alta exigência em relação ao computador por completo.
É possível ter
mais de uma tarefa prioritária sendo realizada no computador?
Sim, é possível, porém o ideal é que você tenha um computador
com um processador mais potente, pois cada núcleo irá cuidar de uma
tarefa de forma prioritária.
Vamos a um exemplo prático: imagine que você esteja executando
quatro tarefas ao mesmo tempo no seu computador (ex: fazendo uma
cópia de segurança dos seus arquivos para um hd externo, gravando
filmes um pendrive, instalando um software, instalando um jogo no
computador).
No caso você tem um processador com quatro núcleos no seu
computador, ou seja, cada núcleo irá executar uma tarefa de maneira
prioritária, logo você terá um desempenho equilibrado para todas
as tarefas, o que não acontece em um processador que tem apenas um
único núcleo, lembrando que se você deixar apenas uma única
tarefa sendo executada pelo seu processador quatro núcleos o
desempenho será ainda maior, logo a tarefa será executada com mais
rapidez.
O conceito de preempção está presente no kernel de baixa latência,
tema o qual que ficará para o próximo bate-papo.
Enfim chegamos ao final de mais um bate-papo, caso você tenha visto
algo errado ou incompleto, faça o seu comentário, pois isso nos
ajuda a melhorar a qualidade do nosso conteúdo, beneficiando assim
todos os usuários do pinguim.
Olá nobres amigos
do pinguim, no bate-papo de hoje iremos falar sobre o gerenciador de
pacote, caso você tenha ficado curioso para saber sobre isso, fique
comigo até o final.
Usar novos programas
sejam eles alternativas as quais estávamos acostumados a usar ou até
mesmo uma nova versão daquele que já estamos acostumados a usar é
algo muito bacana, pois por meio disso passamos por um processo de
evolução daquela aplicação, visto que novas funções ou recurso
são implementados, além da correção de problemas advindos das
versões anteriores.
Porém para que isso
aconteça precisamos do gerenciador de pacotes.
Mas como assim?
Sendo que buscamos pelo programa o qual queremos e clicamos em
instalar.
E é exatamente aí que o gerenciador de pacotes entra na história, pois ele é responsável por trazer o programa para que você possa baixar e consequentemente instalar, desinstalar ou atualizar.
Imagine aquele dia
que você está em casa faminto, totalmente cansado de um dia
terrível de trabalho, seu ânimo para cozinhar é zero.
Sendo assim você
precisa comer, então você decide comprar um lanche, esse mesmo
lanche precisa ser entregue na sua casa por um entregador, certo?
O gerenciador de
pacote é o entregador, pois ele irá de certa forma entregar o
pacote (programa) para que você possa trabalhar com ele.
Enfim, chegamos ao
final de mais um bate-papo, caso você tenha visto algo errado ou
incompleto faça o seu comentário, pois ele irá nos ajudar a
melhorar o nosso conteúdo, beneficiando assim todos os usuários do
pinguim.
Olá amigos libertários do pinguim, no bate-papo de hoje iremos
falar sobre meta pacote, caso isso tenha deixado a sua cabeça
confusa, fique comigo até o final.
Toda que em que
baixamos da internet algum programa para ser instalado em nosso
computador, com ele estão presente outros “programinhas” para
assim funcionar devidamente.
Vale enfatizar que
pacote é a denominação para os programas no mundo Linux, entendido
isso vamos ao que interessa.
O meta pacote é um programa o qual irá baixar um outro programa, visto que isso ficará ao seu critério (no caso baixar ou não o programa o qual está disponível).
Ok, se isso pareceu
meio confuso, vamos entender essa questão um pouco melhor.
Façamos a seguinte analogia: imagine que você baixou um filme na internet o qual você está louco para assistir, para isso você precisa de um player de vídeo, seja o VLC, SMplayer ou qualquer outro.
Porém o seu
software para tal finalidade não conseguiu ler o formato em que o
seu tão esperado filme está.
Assim sendo o seu programa dá a você a opção de baixar um “programinha” para que assim ele consiga executar aquele filme daquele formato específico.
Lembrar que o conceito do meta pacote não se limita apenas a esse cenário específico, pois a sua abrangência no que tange a funcionalidade e aplicabilidade está bem longe de ser pequena.
Os conceitos do meta
pacote se aplica a um script, que é basicamente uma sequência de
tarefas para que o computador execute, sendo isso de uma forma que
ele entenda.
Dentro do script
pode estar uma sequência de softwares a serem baixados e instalados,
o que certamente poupará tempo e esforço.
E aí, viu só como
que os conceitos do meta pacote estão mais presentes na sua vida do
que você imagina?
Enfim, chegamos ao
final de mais um bate-papo, caso você tenha visto algo errado ou
incompleto, deixe o seu comentário, pois somente dessa maneira
iremos construir conteúdo de qualidade para os usuários do pinguim.
Olá nobres guerreiros do pinguim, no bate-papo de hoje iremos falar
sobre licença de software, para saber mais sobre o assunto, me
acompanhe até o final.
Todo sistema
software possui uma licença, lá estão presente as suas regras de
uso entre outras políticas que o envolvem.
No mundo Linux não é diferente, embora o software tenha o seu código-fonte aberto isso não significa que ele não tenha regras em relação ao seu uso.
Os sistemas operacionais baseados no kernel Linux são licenciados pela GPL (General Public License – que significa em português Licença Pública Geral).
A GPL tem
como base principal as quatro liberdades do software livre, as quais
são:
1 – A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito.
2 – A liberdade de estudar como o programa funciona e adaptá-lo às suas necessidades.
O acesso ao
código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade.
3 – A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo.
4 – A liberdade de aperfeiçoar o programa e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade beneficie deles.
O acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade.
Resumindo… licença de
software é um conjunto de regras e políticas em relação ao uso
daquele determinado programa, sistema operacional, aplicativo, etc.
Enfim, chegamos ao final de mais um bate-papo, caso você tenha visto algo incompleto ou errado faça o seu comentário, pois apenas dessa forma iremos conseguir melhorar a qualidade do nosso conteúdo, para assim beneficiar toda a comunidade de usuários do pinguim.
Olá fãs do
pinguim, no bate-papo de hoje iremos falar sobre o Grub, caso isso
tenha gerado alguma dúvida, venha comigo para conhecer um pouco mais
sobre esse sistema que tanto gostamos.
Em um computador é
possível ter mais de um sistema operacional instalado, sejam eles
diferentes ou iguais, o que irá determinar tal questão é o formato
do seu disco de armazenamento juntamente com o espaço o qual ele tem
disponível.
E é justamente aí
que entra o Grub, pois ele irá permitir que você selecione o
sistema operacional o qual você deseja utilizar no seu computador.
Vale ressaltar que o
Grub é um software o qual tem outras funções além de selecionar o
sistema operacional a ser utilizado, pois com ele é possível
realizar testes na memória ram, para assim detectar um possível
problema, além de outros reparos caso o sistema tenha apresentado
algum problema.
Através do Grub é
possível colocar um kernel mais novo, ou até mesmo voltar para a
versão anterior, caso tenha ocorrido algum problema de
compatibilidade seja na parte de hardware ou software.
Caso você não
saiba o que é um kernel, recomendamos que leia o nosso bate-papo
falando sobre esse assunto.
E aí, você viu
algo incompleto ou errado? Deixe o seu comentário, pois somente
dessa forma iremos construir um conteúdo de qualidade para todos os
usuários do Linux.